segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Institutos erram o Alvaro

As recentes pesquisas eleitorais estão com os números relativamente próximos para a disputa do Governo do Estado. No entanto, chama-nos a atenção o que tem passado despercebido pelo escrevinhadores das araucárias, pés vermelhos, vermelhos, etc.
No Datafolha, Alvaro Dias teria 27% das preferências quando seu nome aparece na cartela para resposta. Já no instituto local, Paraná Pesquisas, o Senador de cabelos cor de... (do que mesmo agora?) aparece com 40 ou 43,7% nas pesquisas estimuladas.
A difereça é algo entre 13 a 16,7%.
Vale lembrar que a diferença de data entre as pesquisas é mínima, e ambas contagiadas pelo espírito de natal (seja lá que que isso possa interferir).
Então, se você entende de política, nos responda: qual é a cor dos cabelos do senador tucano?

Obs.: Os institutos são os mais importantes filiados do PSDB, pois vão definir quem será o candidato tucano a governador. Mas como dizia o Ernesto:
Táuba de tiro ao Arvaro,
não tem mais onde furar.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Curitiba perdeu para Campinas o trem de alta velocidade














Curitiba está comendo mosca! Não se mexeu para o projeto de Trem de Alta Velocidade, ligando Rio e São Paulo. Para criar alternativa ao tráfego aéreo o Metrô vai até Campinas. Poderia ser Curitiba. A distância de São Paulo a Campina é de 100 km. São Paulo está a 490 km de Curitba. A troca de Campinas por Curitiba aumentaria o custo, mas seria um investimento federal que atenderia o sul do país. A começar por Curitiba, que está perdendo a noção de federativa, isolando-se. Ninguém se mexeu, e o traçado atual é o que se vê aí em cima. Saõ 34 bilhões todos dentro para o Sudeste do país.

A ligação entre Curitiba, São Paulo e Rio é muito mais estratégica para a cidade do que um metrô ligando Cachoeira a Riachuelo. Além do reforço da infra estrutura de logísta, da oportunidade das Olimpíadas e da Copa do Mundo, como no caso dos caças, o prjeto envolve transferência de tecnologia. Poderia estar em Curitiba centros de pesquisas. Mas para isso, a prefeitura tem que, no mínimo se interessar pelo assunto.

Talvez dê tempo para alteração do traçado. Argumentos é que não faltam.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Um minuto de silêncio às vozes do além

Calaram-se nos últimos dias duas vozes que marcaram várias gerações de brasileiros.
Lombardi era o locutor oculto do Silvio Santos. Hebert Richards, o dono da mais famosa empresa de dublagens de filmes estrangeiros no Brasil.
Apesar de atuarem na indústria no cinema e televisão, eram como os radialistas, as vozes mais conhecidas suas faces.
Cada vez mais teremos filmes a dublar, e sempre teremos locutores ocultos para programas de televisão. Talvez não foram os primeiros, mas sem dúvida foram as vozes sem rosto mais famosas do país.
A vaidade de hoje, torna trajetórias com estas, cada vez mais difícil de acontecer.

domingo, 29 de novembro de 2009

O Paraná e as denúncias de corrupção do Distrito Federal











O Paraná pode ter duas fonte de informações privilegiadas sobre as recentes denúncias de corrupção envolvendo o Governador Arruda (DEM). Existe uma conexão política entre o DEM do Paraná e o DEM do Distrito Federal: Alceni Guerra foi secretário da Educação do Distrito Federal e Cassio Tanigushi ainda é secretário de Urbanismo e Meio Ambiente. Ambos foram eleitos deputados federais do Paraná em 2006, pelo mesmo DEM .
É muito importante para a imagem do Estado do Paraná que personalidades políticas que tem, ou tiveram, relacionamento com a gestão do Governador Arruda, tragam à luz esta conexão entre o DEM do Paraná e o DEM de Brasília.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O que que Obama tem que o Mahmoud Ahmadinejad não tem

A visita do presidente do Irã levantou uma série de objeções às relações do Brasil com o país mulçumano. Um dos argumentos é a desconfiança de que o Irã estaria teria condições tecnológicas para desenvolver a boma atômica.

O curioso que ninguém da tão bem informada mídia, não teve nenhuma objeção à visita dos chefes de estado de países que já tem a boma atômica. No mapa dá para ver por este critério, que se o Irã pode ser perigoso, EUA, Índia, e China já são.













Mapa dos países com armas nucleares no mundo.

██ Estados com Armas Nucleares (EAN) (China, França, Rússia, Reino Unido e EUA)

██ Estados com Armas Nucleares não EAN (Índia, Coreia do Norte, Paquistão)

██ Estados com Armas Nucleares não-declaradas (Israel)

██ Estados acusados de terem programas de armas nucleares (Irã e Síria)

██ Países que compartilham armas com a OTAN

██ Estados que possuíam armas nucleares anteriormente


Fonte: wikipedia

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Mais investimento em inovação tecnológica

O texto abaixo, devidamente copiado do PT Nacional e colado, remete a uma discussão que não estamos fazendo no Paraná. O salto de produtivadade que o 5º estado da federação pode fazer, tendo 2,3% do território nacional só pode ser tecnológico. As tecnologias podem ajudar a produzir um pouco mais de grãos, mas isso tem limite. O que pecisamos é agregar tecnologia a esta produção primária. Algumas cooperativas agrícolas do Paraná já estão bantante avaçadas na produção na industrilaização da produção agropecuária local. Temos uma razoável planta de produtos ligados a eletrônica, microinformática e telecominuciações. A partir do Paraná de hoje, bem diferente da década de 90, temos outras bases para desenvolvimento tecnológico. Um dos elemetos diferentes é a reestruturação do Estado, que pode organizar a produção de conheciemento científico aplicado à produção. Juntando tudo isso, podemos pensar, num plano de ddesenvolvimento de um novo Paraná, dentro deste novo Brasil, que está dentro de um novo mundo.

Segue o texto de Francisco Campos, membro do Diretório Nacional do PT:

Mais investimento em inovação tecnológica

Presidente da FIESP, Paulo Skaf, pede políticas compensatórias com vistas a contribuir na competitividade do produto nacional.

Não há nenhuma novidade nisso. Historicamente, os empresários brasileiros — os paulistas à frente — estiveram sempre sob a proteção do estado brasileiro.

No quesito câmbio, quando há valorização da moeda nacional, começa a gritaria por desvalorização cambial e políticas de compensação.

Em outros tempos a mão do governo ajudava, pois bastava desvalorizar o câmbio artificialmente para melhorarem as exportações. Agora a situação é diferente.

Há unanimidade em achar que o dólar vai perder força por motivos estruturais: 1 - fragilidade da economia dos EUA; 2 - o governo norte-americano vai aproveitar o dólar baixo para reduzir o gigantesco déficit comercial; e 3 - tudo indica que a economia do Brasil vai retomar o crescimento a partir de 2010, melhorando ainda mais os já bons fundamentos. Mais investimentos externos darão entrada em ações e direto na produção, pressionando o real para cima. E tem o fenômeno da combinação de baixos juros nos países desenvolvidos com juros altos aqui, levando os investidores ao carry trade. Há negócio mais lucrativo que numa ponta emprestar com juros baixíssimos e ganhar na outra ponta investindo com taxas de juros elevadas?

Mas são coisas do mercado e fazem parte da regra do jogo, ou da falta de regra. O fato é que governos e empresários devem se preparar para o enfraquecimento do dólar por um período longo.

É claro que devemos trabalhar para trazer o câmbio para nível que não prejudique a economia, sobretudo o setor exportador, caso contrário vamos ter problemas com déficit na conta corrente, ficando na dependência de poupança externa.

Mas quanto à competitividade do produto nacional não há outro caminho a não ser pela via da modernização tecnológica e isso somente será possível com investimentos do setor privado. A verdade é que, comparado aos países emergentes asiáticos, por exemplo, o setor privado nacional investiu pouquíssimo em inovação tecnológica. Assim é muito difícil concorrer com produtos de alto valor agregado a partir de tecnologias avançadas que levam a maior produtividade.

O governo realmente precisa fazer a sua parte, principalmente repensar a carga tributária, mas isso já está sendo feito no governo Lula, basta ver a desoneração fiscal, que chega a R$ 25 bilhões, de acordo com declaração do ministro da Fazenda Guido Mantega. Educação é outra questão fundamental, que é responsabilidade do Estado, mas também do setor privado. Investimento em infra-estrutura avançou no governo Lula, principalmente a partir do lançamento do PAC, que é o maior programa de investimentos públicos em infra-estrutura do últimos anos.

Os empresários precisam deixar de lado a choradeira e partir para modernização do parque produtivo.



Francisco Campos é membro do Diretório Nacional do PT
www.twitter.com/campospt
www.sigampost.com.br/profile/FranciscoCampos

terça-feira, 17 de novembro de 2009

4,9 milhões para a Cândido de Abreu! Nada de ciclovia

A prefeitura de Curitiba anunciou através de matéria da Gazeta do Povo, a remodelação da Avenida Cândido de Abreu, com a criação de um calçadão de 930 metros. Um investimento do 4,9 milhões, oriundos do investimento para a Copa do Mundo de 2014.
Em parte do trajeto já existem arremedos de cilclovias que são absolutamente ignorados no projeto, que poderia pontecializá-las.
A Prefeitura de Curitiba, tem alguns discursos pontuais para cilcovia, mas não tem projeto. A prefeitura tucana não acredita no sistema nas ciclovias como parte do mobilidade urbana. Nem Copa do Mundo, nem Olimpíadas sensibiliza o prefeito piloto.